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Presidente-executivo da Abrasel defende que o governo reduza os níveis de burocracia para estimular o empreendedorismo


A liberação parcial das contas ativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) vai funcionar como uma injeção de ânimo para o consumidor, de acordo com o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci. Porém, serão necessários outros incentivos para que haja uma melhora sustentável.

"A questão do estímulo de curto prazo é fundamental, mas só faz sentido se vier com mais medidas", disse Solmucci. Segundo ele, isso pode provocar um crescimento do PIB "um pouquinho melhor".

Solmucci aponta que há uma quantidade grande de empresários esperando para investir e a aprovação da reforma da Previdência provoca um momento de inflexão. Além disso, ele defende que o governo reduza os níveis de burocracia para estimular o empreendedorismo.

Entenda

O governo deve liberar até 35% dos recursos das contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes. As regras e detalhes de como será o saque ainda não foram anunciados. A medida é parecida com a do governo Michel Temer, que permitiu saque das contas inativas do FGTS (a liberação foi anunciada em 2016 e executada em 2017).

A conta do FGTS está ativa enquanto ela receber depósitos da empresa em que o trabalhador está empregado. Quando ele deixa o emprego, ela se torna inativa. Mesmo assim, a conta continua vinculada ao seu nome. Atualmente, esses valores só podem ser sacados em algumas circunstâncias, como ao se aposentar ou para comprar a casa própria.

Com informações do Estadão Conteúdo

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